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Setembro Amarelo: pela atenção à saúde mental

10 de Setembro de 2020/HPB

A atenção com a saúde mental nunca foi tão importante. A covid-19, que já atingiu milhões de pessoas no mundo, tornou-se um desafio não só para a ciência, mas para toda a sociedade. O isolamento social e a crise econômica provocada pela pandemia estão mostrando como a falta de perspectiva e as frustrações podem agravar fragilidades emocionais e gerar pânico e desespero. O Setembro Amarelo, campanha de prevenção ao suicídio, convida todos a refletirem sobre essas questões.

 

A psicóloga Luiza Helena Neves, que trabalha com os colaboradores da Fundação Eletronuclear de Assistência Médica (Feam), alerta para a importância de não se negligenciar sintomas causados pelos desequilíbrios emocionais. “As doenças psicológicas ainda são muito estigmatizadas. Não podemos ignorar os sinais emitidos por quem faz parte do nosso convívio. Dentro deste cenário de pandemia, com o isolamento social, algumas situações podem servir de gatilho para que certas pessoas tomem atitudes extremas”, destaca.

 

No contexto atual, mudanças de natureza familiar, como a separação conjugal ou a perda de uma pessoa próxima, têm um potencial ainda maior de desencadear sintomas depressivos. Circunstâncias que provocam prejuízo econômico e social, como a falência e a perda de emprego, também.

 

Sinais de alerta

 

Segundo a psicóloga, isolamento, impulsividade, tristeza constante, distorção de imagem corporal e, no caso de crianças e adolescentes, dificuldade de relacionamento com pessoas da mesma idade e queda no desempenho escolar são sintomas que não podem passar despercebidos. O mesmo vale para insegurança, crises de raiva, baixa autoestima e atração por comportamentos de risco. “Inúmeros sinais alertam para um problema maior que pode estar se desenvolvendo e que afeta o comportamento e o relacionamento do indivíduo com a sociedade”, ressalta.

 

Luiza Helena acrescenta que, em muitos casos, a pessoa inicia o tratamento psiquiátrico e o abandona sem o consentimento do médico, o que pode agravar seu quadro. “Precisamos estar atentos à nossa saúde mental e à de quem que nos cerca. Essa responsabilidade é de todos”, frisa.

 

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